Arquivos definitivos na WEB: que futuro?

Rafael António, Andreia Cunha Silva

Resumo


A evolução ocorrida nos últimos 20 anos em Portugal é apresentada tendo em vista compreender os impactos que podem levar ao estabelecimento de estratégias para abrir os arquivos municipais à comunidade, para lá das barreiras físicas.
Por esse motivo aborda-se a Gestão Integrada dos Arquivos, desde a fase genésica até à custodial pois, de outra forma, não será possível contextualizar os possíveis impactos organizacionais e tecnológicos decorrentes do tempo de vida dos documentos de arquivo.
São descritos alguns dos mais recentes factos, que irão permitir um outro quadro futuro para os Arquivos Definitivos, como a especificação MoReq2100, a Macro Estrutura Funcional da Administração Central do Estado (MEF) e a Lei 36/2011.
Parte-se então para uma visão do novo contexto que a Revolução Digital irá permitir materializar, relativamente aos anseios da Revolução Francesa, de abrir os arquivos aos cidadãos. A noção de transparência que está implícita tem a ver com a possibilidade de usar a tecnologia mais avançada, incluindo a conhecida por WEB 2.0, para melhorar os serviços prestados pelos arquivos e atingir directamente a comunidade que servem.
Mas será que nas actuais condicionantes económicas do país será viável a inovação e o desenvolvimento? Esta é a resposta que se procura na parte final com a descrição de experiências realizadas recentemente em Portugal, usando o programa ICA-AtoM. São explicadas as suas características com algum detalhe e o potencial que representa para o futuro dos arquivos definitivos na WEB.

Texto Completo:

PDF

Apontadores

  • Não há apontadores.